Uma guerra de versões foi aberta no caso em que Neymar é acusado de estupro. O “Jornal Nacional” (TV Globo), revelou ontem que o primeiro escritório de advocacia contratado pela denunciante rescindiu o contrato com ela por conta de uma diferença sobre a queixa que fariam contra Neymar.

Segundo o escritório Fernandes e Abreu Advogados, que representou a mulher num encontro com o pai e os advogados de Neymar, a mulher primeiro teria afirmado que foi consensual a relação sexual num encontro em Paris, em 15 de maio, mas que teria havido uma agressão – pela qual os advogados teriam concordado em denunciar o jogador.


Depois, porém, a vítima decidiu apresentar queixa por estupro. O escritório decidiu rescindir o contrato com a moça, e apresentou o documento de rescisão ao “Jornal Nacional”.


“A relação mantida com Neymar Jr. foi consensual, mas que durante o ato ele havia se tornado uma pessoa violenta, agredindo-a, sendo esse o fato típico central (agressão) pelo qual ele deveria ser responsabilizado cível e criminalmente”, diz o documento.

 

Ao “Jornal Nacional", um dos advogados, José Edgard da Cunha Bueno Filho, afirmou que foi contra qualquer “medida bombástica".


No documento, o escritório afirma que se encontrou com o pai e dois advogados de Neymar na última quarta-feira. Ali, afirma-se que “foi rechaçada qualquer possibilidade de acordo extrajudicial na esfera cível por parte dos representantes de Neymar Jr., que menosprezaram o ocorrido.”

 

Agência O Globo