Minha trajetória de vida tem sido marcada pela tolerância à crítica e pelo debate respeitoso de ideias. Sou radialista sindicalizado, filho de radialista, defensor incondicional da categoria, seja através do Piso Nacional, da Carteira de Identidade, do Dia Nacional do Radialista e do apoio em todos os momentos. Assim, confesso, fiquei bastante surpreso com a reação de alguns colegas hoje no rádio diante da minha atitude de buscar me defender de um ataque grosseiro e mentiroso contra a minha honra.


No início desta semana, através da minha Assessoria Jurídica, alertei alguns gestores de grupos de WhatsApp para a ação de um cidadão [que por coincidência também é radialista], responsável pela distribuição de fotomontagens e postagens que expunham meu mandato e a mim mesmo ao ridículo. Não se tratava de crítica justa e honesta nem do saudável humor, mas de “fake news”. Faz mais de dois meses, esse cidadão me ataca e em momento algum busquei cercear-lhe o direito à liberdade de expressão. Mas tudo tem limite – e o meu limite é o da verdade, pois somente ela interessa a todos.


Ninguém, absolutamente ninguém está impedido de me criticar e de fazê-lo a quem quer que seja, mas ao adotar práticas que se configuram crime, como montagens fotográficas e postagens mentirosas, deve arcar com as consequências impostas pelas leis em vigor no País. Estranho que os colegas se solidarizem com alguém que ataca a minha honra através de grupos de WhataApp – portanto, fora do exercício da nobre atividade de radialista, cuja ética se baseia na verdade – e ignorem meu legítimo direito de tentar impedir tais ações deletérias, cujos fins são bastantes claros: atacar a minha imagem pública em meio ao processo pré-eleitoral.


Meu respeito incondicional aos membros da Comunicação Social sergipana segue inabalável. Sou radialista, honro a profissão e nela encontro exemplos dignos para a minha vida. Contudo, o respeito é uma via de mão dupla: respeitamos para ser respeitados. Neste sentido, reitero minha posição de jamais abdicar da luta diária pela minha honra e dignidade pessoal, pois é o maior bem que todos possuímos. Não permitirei, portanto, que usem da leviandade e da mentira, com montagens e falsas notícias contra mim. Disso não abro mão!


Obrigado pela atenção,


Deputado federal André Moura