O deputado federal André Moura (PSC), candidato ao senado, comanda uma “massa” de prefeitos que batem ponto no seu gabinete, em Brasília, em busca de liberação de recursos para os seus municípios, sistematicamente, de terça a quinta.

Do líder eles tem recebido atenção e solução das demandas. Por conta disso, aguardam, ansiosos, que André indique o candidato em que devem votar para deputado federal. Um desses peregrinos revelou à Coluna que pelo menos três tem a simpatia do líder: José Carlos Machado, Valdevan Noventa e Pastor Antônio.


Um trator


Realmente, incomparável o pique de trabalho de André Moura. Sempre com agenda abarrotada, anda pelos quatro cantos anunciando boas novas. No baixo são Francisco, lançou uma novidade: deu ordem de serviço para execução do Projeto do Canal de Xingó. Até agora, ninguém havia visto ordem de serviço para fazer projeto. E com badalação, então. Campanha é assim, qualquer coisa é uma coisa.


E tome vaia


A passagem do governador Belivaldo Chagas por N. S. do Socorro, recentemente, foi marcada por vaias para a deputada Silvia Fontes e para o prefeito Padre Inaldo. A deputada foi saudada com um sonoro “uuuuu” quando disse que a pavimentação, ora autorizada, era fruto de um pedido do marido, Fabio Henrique.


E tome vaia 2


Ao discursar, o Padre Inaldo, olhando para a deputada, disse que foi ao governador pedir obras e não cargos, colocando uma carapuça sobre os cabelos loiros da madame. Foi o bastante para receber o troco. Além de vaiar, a turma de FB exibiu uma faixa dizendo que o povo “caiu no conto do vigário”. Nesse tiroteio, Belivaldo saiu de lá com a certeza de que o Padre votará nele (será?) e que Fábio Henrique continua sendo uma incógnita. Pra variar!


Tudo é possível


Na política tudo pode acontecer. Há uma forte tendência para o Padre Inaldo votar em Luciano Bipo (estadual) e Pastor Jony Marcos (federal). A avaliação é de um líder político de Socorro que não acredita que o Padre fique com Belivaldo, até o fim.


Perdão, meu líder


Marcélio Bonfim balançou as estruturas do Palácio Olímpio Campos, durante o velório de José Carlos Teixeira. Num inflamado discurso, pediu perdão ao falecido por não ter votado nele, para governador, em 1986. Ao dizer que Zé Carlos foi traído por Jackson Barreto e Edvaldo Nogueira que, naquele ano, votaram em Valadares, Bonfim, evidentemente, deixou o recinto muito mais fúnebre, ainda. Para a família, um desconforto, para os acusados uma tremenda saia justa e para ele um desencargo de consciência pela confissão do pecado.


Alma penada


Atento ao discurso de Marcélio Bonfim, um experiente advogado e militante político concluiu que a caminhada de JB rumo ao senado não será mais a mesma. Segundo ele, as palavras de Marcélio acenderam um sentimento profundo de indignação no coração dos emedebistas históricos. Provavelmente, o sonho do senado foi sepultado naquele funeral.


Na surdina


O suplente de senador e ex-secretário de Turismo de Canindé, Kaká Andrade, assumiu na última sexta (1/6), a presidência do ITPS – Instituo de Tecnologia e Pesquisas do Estado de Sergipe. Substitui Léo Araújo, irmão do deputado federal Pastor Jony Marcos, exonerado por Belivaldo Chagas depois que o PRB saiu da base aliada. Sem alarde, a posse aconteceu momentos antes da viagem do governador.


Sertão sofredor


O povo de Poço Redondo continua pedindo providências à direção do BANESE. Nos dias de feira, a agência local funciona com apenas um caixa enquanto os clientes se acotovelam em enormes filas nos cashs ou no Ponto BANESE, abarrotado de gente. Aliás, até agora não se sabe o “porque” de o Banco encaminhar, sempre, os seus clientes para o Ponto Banese.


Só pra chatear


Quarta-feira, 30 de maio, véspera de feriado às 18 horas, um grupo tradicional de manifestantes fez um ato em defesa dos caminhoneiros no anel viário do Terminal do DIA. Foi o bastante para causar um colapso no trânsito de toda zona sul de Aracaju. A polícia demorou uma eternidade para acabar com a baderna. Lamentável.


Greve dos caminhoneiros, no zap


Para quem não entendeu, a Proposta do Governo é mais ou menos assim: “Uma mulher que apanha diariamente do marido, decide se separar. Ele, então, se arrepende, pede perdão e diz que durante 60 dias não baterá mais nela e que, doravante, só lhe dará uns tapinhas uma vez por mês”. Desconhecido e machista, o autor faz uma comparação curta e grossa. Literalmente.

 

Por: César Cabral - 51ª Edição da Coluna na Gazeta de Estância

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