O sindicalista Luiz Moura do Dieese ao fazer críticas sobre a nomeação de um filho do vice-presidente, General Hamilton Mourão, como assessor da Presidência do Banco do Brasil, ouviu, o que não queria, do advogado João Fontes, num desses seus comentários que veicula nas redes sociais.

Segundo João, Antônio Rossell Mourão é funcionário há 18 anos do BB e tem qualificação para o cargo. Bem diferente, ainda segundo João, de inúmeros petistas, apadrinhados, que foram nomeados durante os últimos 13 anos. Muitos deles, segundo João, com a missão de desviar recursos públicos. Por fim, João pede a Moura que aceite a derrota e torça menos pelo fracasso de Bolsonaro. Morou?


Bip-bip-bip


Os detectores de metal instalados nos corredores da Câmara dos Deputados vão “apitar” muito mais, a partir de fevereiro. É que neste ano, o parlamento terá pelo menos mais um representante do povo usando tornozeleira eletrônica. Diplomado na cadeia, Valdevan Noventa tomará posse, mesmo que peguem no seu pé. Naquela Casa é assim: tem uns que usam e outros não. Como diz Tony Chocolate, “normal”. Quá-quá-quá


A reviravolta da volta


Ao saber que o deputado Capitão Samuel (PSC) estaria disposto a retornar ao PSL, o presidente do partido, Valdir Viana, disse que se isto vier a ocorrer ele sai, imediatamente, pela outra porta. Todavia, quando Eduardo Cassini (PSL), candidato a governador de Sergipe pelo PSL, resolveu não apoiar o então candidato Jair Bolsonaro, do mesmo PSL, no segundo turno, Valdir Viana ficou imóvel, sem sair do lugar. Deveriam ter saído, juntos, pela tal porta! Oh! Valdir, conte outra.


Negócio de ocasião


Um conhecido político, sem mandato, está colocando à venda dois imóveis de sua propriedade. Uma big casa no bairro Farolândia e uma fazenda no município de Nossa Senhora das Dores. Corretores de plantão já estão batendo com a língua nos dentes, à cata de comprador.


Sons da ribeirinha


Em Propriá, não se ouve outra coisa, senão uns áudios altamente comprometedores que envolvem uma grande autoridade local. Quem ouviu, garante que são capazes de derrubar até o cais da rua da frente. A sorte do “falador” é que os mesmos não chegaram, ainda, na Câmara Municipal nem no Ministério Público. Acredita-se.


Sossega, Leoa


A prefeita de São Francisco, Altair Santos Nascimento, conhecida como “Leoa”, juntamente com o vice-prefeito, Manoel Messias Nascimento Araújo, foram cassados, ontem, por compra de votos na eleição de 2016. Como a decisão foi de Primeira Instância, os dois vão continuar nos cargos enquanto recorrem ao TRE. Se o ritmo da Segunda for igual ao da Primeira Instância, a “Leoa” vai continuar reinando por mais dois anos, até concluir o mandato.


Toque da alvorada


O prefeito de Socorro, Padre Inaldo, precisa lembrar do tempo em que celebrava Missa às seis da manhã e acordar, de vez. É preciso agir com celeridade para resolver rapidamente problemas que afetam a saúde da população. Nada justifica um gabinete dentário passar meses sem funcionar por falta de um compressor. Ande com pressa, prefeito.


É lá e cá


O deputado Luciano Bispo (MDB) está com um olho na Missa e outro no Padre. Enquanto tenta, em Brasília, manter-se deputado estadual, trabalha, em Aracaju, para ser reconduzido à presidência da Assembleia. Corre contra o tempo para ganhar em Brasília. Saindo-se vitorioso, por aqui já está tudo (quase) certo.


Parabéns pra você


Faz um ano que a Justiça Federal deu prazo de 120 dias para o DENIT liberar o trecho da BR-101, entre Pedra Branca e Maruim. Um ano se passou e tudo continua como dantes no velho Quartel de Abrantes. Nem mesmo os quebra-molas nas cabeceiras das pontes, que estavam em reforma, foram retirados. Como se diz, eles não estão nem aí…


O papo do cancão


Decidido a ser candidato a prefeito de Aracaju, Gilmar Carvalho (PSC) carrega doentes e caminha pelos hospitais. Diz que não fará conchavos políticos e que, se eleito, cortará, pela metade, os CCs. Difícil, alguém ganhar dele no “Pocker”.


Pensando bem


Quem teme pela posse de arma dos cidadãos brasileiros não tá nem aí para o porte (ilegal) dos marginais que assaltam e matam pessoas indefesas. Estranho, não?

 

Por: César Cabral - 72ª Edição da Coluna na Gazeta de Estância
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