O Povo Brasileiro assistiu e ouviu em todos os nossos meios de comunicação os vários depoimentos dos donos e executivos da empresa Odebrecht sobre as propinas, verdadeira moeda de troca, de escambo entre empresários e políticos. 

A naturalidade das afirmações feitas foi de espantar, muito cinismo, risadas, um verdadeiro deboche, como se nada tivesse feito, se tais atos não fossem verdadeiros crimes, tudo de forma muito natural, pois a prática vem de muito tempo, segundo o Emílio Odebrecht, há mais de trinta anos.

 

As lideranças dos corruptos estão no PT e no PMBD precisamente os dois partidos que governam o Brasil nestes últimos dezesseis anos. O ex governador do Rio de Janeiro, Cabral, descobriu não o caminho das Índias, mas o das pedras preciosas que compra para sua esposa, joias até no valor de 500 mil reais e tudo com notas frias, lavagem de dinheiro.

 

Enquanto a grande maioria no Congresso rouba com as devidas exceções, é essa maioria que pretende fazer a reforma da Previdência e a Reforma Política, o fato de terem sido eleitos nas urnas não lhes dão legitimidade para tal feito. As eleições viciadas nessa hora vem à tona e faz o eleitor fazer uma reflexão se valeu a pena ter votado. Emílio Odebrecht afirmou categoricamente que essa maioria ladra no fundo nas eleições não pleiteiam cargos, mas sim ORÇAMENTOS, em outras palavras enriquecimento ilícito, no popular, roubando o povo.

 

A nível Estadual e Municipal temos também os nossos Cabral, alguns já foram descobertos e tramitam denúncias feitas pelo ministério Público Estadual que já foram recebidas pelas autoridades judiciárias de nosso Estado.  

 

Uma pena é que o eleitor quem ontem, hoje ou agora afirme que votará no novo para mudar, amanhã, pela própria ação da polícia Federal, fará o novo ser velho de práticas políticas escabrosas, que podem ser reveladas e surgirem a cada instante e a qualquer momento. 

 

Estamos a deriva!

 

Por: ANTONIO BARBOSA, advogado formado pela UFS

Colunista do portal Gazeta de Estância

O Povo Brasileiro assistiu e ouviu em todos os nossos meios de comunicação os vários depoimentos dos donos e executivos da empresa Odebrecht sobre as propinas, verdadeira moeda de troca, de escambo entre empresários e políticos.

A naturalidade das afirmações feitas foi de espantar, muito cinismo, risadas, um verdadeiro deboche, como se nada tivesse feito, se tais atos não fossem verdadeiros crimes, tudo de forma muito natural, pois a prática vem de muito tempo, segundo o Emílio Odebrecht, há mais de trinta anos.

As lideranças dos corruptos estão no PT e no PMBD precisamente os dois partidos que governam o Brasil nestes últimos dezesseis anos. O ex governador do Rio de Janeiro, Cabral, descobriu não o caminho das Índias, mas o das pedras preciosas que compra para sua esposa, joias até no valor de 500 mil reais e tudo com notas frias, lavagem de dinheiro.

Enquanto a grande maioria no Congresso rouba com as devidas exceções, é essa maioria que pretende fazer a reforma da Previdência e a Reforma Política, o fato de terem sido eleitos nas urnas não lhes dão legitimidade para tal feito. As eleições viciadas nessa hora vem à tona e faz o eleitor fazer uma reflexão se valeu a pena ter votado. Emílio Odebrecht afirmou categoricamente que essa maioria ladra no fundo nas eleições não pleiteiam cargos, mas sim ORÇAMENTOS, em outras palavras enriquecimento ilícito, no popular, roubando o povo.

A nível Estadual e Municipal temos também os nossos Cabral, alguns já foram descobertos e tramitam denúncias feitas pelo ministério Público Estadual que já foram recebidas pelas autoridades judiciárias de nosso Estado.  

Uma pena é que o eleitor quem ontem, hoje ou agora afirme que votará no novo para mudar, amanhã, pela própria ação da polícia Federal, fará o novo ser velho de práticas políticas escabrosas, que podem ser reveladas e surgirem a cada instante e a qualquer momento. Estamos a deriva!

Por; ANTONIO BARBOSA, advogado formado pela UFS