Confira a 8ª Edição de César Cabral - Colunista deste portal de notícias

 

Terra de sujismundos

Aracaju, lamentavelmente, muito embora seja uma cidade agradável e ótima para se viver, ainda abriga boa parte de uma população mal-educada, sem princípios básicos de cidadania e desprovida de qualquer cuidado com o meio ambiente. A avenida Francisco Moreira, uma das mais importantes do Bairro Luzia, virou ponto de referência dessas pessoas desqualificadas. Sem nenhuma cerimônia, transportam lixo e entulhos e colocam em frente às residências ali existentes, na maior cara dura. Se acham que lixo não incomoda, por que não deixam na própria porta? 

 

Casas para o povo

 

A redução do déficit habitacional em Sergipe tem sido a prioridade do senador Eduardo Amorim. No início da semana, o senador esteve com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, com quem tratou da liberação de recursos, através da CEF, objetivando a construção de novas moradias para os sergipanos. 

 

Teitei no arraiá

 

“É hoje, é hoje que a paia vai voar”... Assim começa a canção do Gonzagão, gravada nos anos 70. Em Aracaju, a paia já está voando, faz tempo. Tudo por conta da possibilidade da não realização do Forró Caju. Adversário político do prefeito Edvaldo Nogueira, o deputado federal Valadares Filho (PSB) qualifica essa hipótese como “falta de capacidade de gestão”. 

 

Teitei no arraiá 2

 

No ano passado, Edvaldo Nogueira (PCdoB) criticou o prefeito João Alves Filho por ter reduzido o período do Forró Caju e por ter deixado de fora alguns forrozeiros famosos. 

 

A um mês da festança começar, até agora, ninguém sabe quem entra (se entra) e se tem forró. Vigemaria! 

 

É com esse que eu vou

 

Tentando salvar o Forró Caju, o prefeito Edvaldo Nogueira procurou o deputado André Moura (PSC) e foi muito bem recebido. André garantiu conseguir recursos, junto ao ministério do Turismo, para o evento. 

 

Contas no prego

 

Muito católico, quando prefeito interino de Carmópolis, o vereador Luiz Guimarães (Luizinho-PSB), adquiriu, no mês de fevereiro, R$ 116 mil de peixe e R$ 136 mil de cestas básicas para distribuir com as famílias carentes, na Semana Santa. O interino deixou a prefeitura, em abril, e as contas ficaram penduradas. Que pirão, hein?

 

Novo nome

 

O Partido Trabalhista Nacional, o glorioso PTN, que obteve registro no TSE em outubro de 1997, conseguiu, recentemente, mudar de nome. Doravante, passa a se chamar “PODEMOS”. Na próxima eleição, bem que poderia usar o slogan “Agora, PODEMOS com o povo”. Boa ideia!

 

É candidato

 

O irrequieto Manoel Messias Sukita será mesmo candidato, em 2018. Por enquanto, pensa em deputado federal e já articula algumas dobradinhas. Mas, ninguém se assuste se ele resolver ser candidato a governador. Mamar em onça, pra ele, é café pequeno. Coragem é o que não lhe falta.

 

Dedo no suspiro

 

A reforma trabalhista ao acabar com a obrigatoriedade da contribuição sindical alivia o bolso do trabalhador e o deixa livre para gerir o seu suado salário. Além do mais, não era justo o trabalhador contribuir, obrigatoriamente, com sindicato que apoia  partido político que, obrigatoriamente, não é aquele simpatizado pelo contribuinte. Tá certo.

 

Estranho, muito estranho

 

Estranhíssima a ação dos irmãos sertanejos, donos da JBS, em fazer delação premiada antecipada, uma vez que sequer foram indiciados pelo MPF. Curioso, também, que os maninhos jogaram a batata quente, exatamente, na hora em que a caixa preta do BNDS está pestes a ser aberta. Acrescente-se a tudo isso o fato de que a gravação (de péssima qualidade) ainda não foi homologada pelo STF. 

 

Bico calado

 

A direção nacional do PSDB pediu que os parlamentares tucanos não emitam, em seus estados, opinião sobre os acontecimentos envolvendo o presidente Temer. De molho, vão aguardar o desenrolar da próxima semana.

 

Por: César Cabral - 8ª Edição da Coluna na Gazeta de Estância

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Terra de sujismundos

Aracaju, lamentavelmente, muito embora seja uma cidade agradável e ótima para se viver, ainda abriga boa parte de uma população mal-educada, sem princípios básicos de cidadania e desprovida de qualquer cuidado com o meio ambiente. A avenida Francisco Moreira, uma das mais importantes do Bairro Luzia, virou ponto de referência dessas pessoas desqualificadas. Sem nenhuma cerimônia, transportam lixo e entulhos e colocam em frente às residências ali existentes, na maior cara dura. Se acham que lixo não incomoda, por que não deixam na própria porta?

Casas para o povo

A redução do déficit habitacional em Sergipe tem sido a prioridade do senador Eduardo Amorim. No início da semana, o senador esteve com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, com quem tratou da liberação de recursos, através da CEF, objetivando a construção de novas moradias para os sergipanos.

Teitei no arraiá

“É hoje, é hoje que a paia vai voar”... Assim começa a canção do Gonzagão, gravada nos anos 70. Em Aracaju, a paia já está voando, faz tempo. Tudo por conta da possibilidade da não realização do Forró Caju. Adversário político do prefeito Edvaldo Nogueira, o deputado federal Valadares Filho (PSB) qualifica essa hipótese como “falta de capacidade de gestão”.

Teitei no arraiá 2

No ano passado, Edvaldo Nogueira (PCdoB) criticou o prefeito João Alves Filho por ter reduzido o período do Forró Caju e por ter deixado de fora alguns forrozeiros famosos.

A um mês da festança começar, até agora, ninguém sabe quem entra (se entra) e se tem forró. Vigemaria!

É com esse que eu vou

Tentando salvar o Forró Caju, o prefeito Edvaldo Nogueira procurou o deputado André Moura (PSC) e foi muito bem recebido. André garantiu conseguir recursos, junto ao ministério do Turismo, para o evento.

Contas no prego

Muito católico, quando prefeito interino de Carmópolis, o vereador Luiz Guimarães (Luizinho-PSB), adquiriu, no mês de fevereiro, R$ 116 mil de peixe e R$ 136 mil de cestas básicas para distribuir com as famílias carentes, na Semana Santa. O interino deixou a prefeitura, em abril, e as contas ficaram penduradas. Que pirão, hein?

Novo nome

O Partido Trabalhista Nacional, o glorioso PTN, que obteve registro no TSE em outubro de 1997, conseguiu, recentemente, mudar de nome. Doravante, passa a se chamar “PODEMOS”. Na próxima eleição, bem que poderia usar o slogan “Agora, PODEMOS com o povo”. Boa ideia!

É candidato

O irrequieto Manoel Messias Sukita será mesmo candidato, em 2018. Por enquanto, pensa em deputado federal e já articula algumas dobradinhas. Mas, ninguém se assuste se ele resolver ser candidato a governador. Mamar em onça, pra ele, é café pequeno. Coragem é o que não lhe falta.

Dedo no suspiro

A reforma trabalhista ao acabar com a obrigatoriedade da contribuição sindical alivia o bolso do trabalhador e o deixa livre para gerir o seu suado salário. Além do mais, não era justo o trabalhador contribuir, obrigatoriamente, com sindicato que apoia  partido político que, obrigatoriamente, não é aquele simpatizado pelo contribuinte. Tá certo.

Estranho, muito estranho

Estranhíssima a ação dos irmãos sertanejos, donos da JBS, em fazer delação premiada antecipada, uma vez que sequer foram indiciados pelo MPF. Curioso, também, que os maninhos jogaram a batata quente, exatamente, na hora em que a caixa preta do BNDS está pestes a ser aberta. Acrescente-se a tudo isso o fato de que a gravação (de péssima qualidade) ainda não foi homologada pelo STF.

Bico calado

A direção nacional do PSDB pediu que os parlamentares tucanos não emitam, em seus estados, opinião sobre os acontecimentos envolvendo o presidente Temer. De molho, vão aguardar o desenrolar da próxima semana.

Por: César Cabral - 8ª Edição da Coluna na Gazeta de Estância
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