Os dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos dos Poderes Executivo e Legislativo de Estância e Arauá do Estado de Sergipe – SINDSEME, Carlito Lemos e Raymundo Coentro, reuniram-se nesta segunda-feira, dia 19, com a secretária de Educação da Prefeitura de Arauá, Selma Vilanova, para discutir o salário devido pela municipalidade do mês de dezembro e cobrar da gestora uma proposta que sinalizasse para o pagamento.

O Carlito Lemos, presidente do sindicato, falou que os profissionais em educação enfrentam um momento difícil com contas em aberto e como conseguinte o constrangimento inevitável de ter o seu nome em banco de dados de restrição de crédito em decorrência do não pagamento pela administração anterior do salário do mês de dezembro e pelo prolongamento da indefinição de uma proposta que aponte a liquidação e que esse ambiente contribui para o acirramento e a desmotivação da categoria. Também disse que em audiência com o prefeito solicitou que o mesmo abrisse uma discussão com a secretária na perspectiva da construção de uma proposta.


A secretária de Educação, Selma Vilanova, falou que o inadimplemento de salário com os servidores não foi gerado pelo atual governo, mas como a administração pública é continuada, cabe agora a resolução do problema. E que a folha da educação já consome 100% dos recursos do Fundeb e que além disso o tesouro municipal está aporta a cada mês a mais do previsto em lei para complementar.


“A gestão não está pagamento por não querer. É porque não está dando. Estamos retirando do FPM, percentual que vai além dos 25% que é constitucional para a educação, isso para complementar a folha. A situação em Arauá é difícil”, declarou Selma, destacando ainda que a perspectiva e que com o incremento de mais 1% no mês de julho no FPM, a secretaria terá condições objetivas de apresentar uma proposta.


O sindicalista Raymundo Coentro, disse quê o que foi relatado pela secretária contrastava com os números da gastança com cargos de confiança e contratos.


Ao término, os dirigentes informaram que estão aguardando a formalização de uma proposta no mês de julho que materialize o pagamento e continuará dialogando com o prefeito para o mesmo assumir o compromisso político de garantir da fonte recursos próprios os R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), necessários para o pagamento desses salários devidos.


SINDSEME,
MUITAS LUTAS, MUITAS CONQUISTAS!
ASCOM