O Sindicato dos Servidores Públicos dos Poderes Executivo e Legislativo de Estância e Arauá do Estado de Sergipe - SINDSEME, realizou na tarde de ontem, (26/06/2017), no auditório da antiga Escola Técnica do Comércio, uma assembleia geral a fim da categoria discutir e deliberar acerca da Análise da Conjuntura (O não pagamento de retroativo e a Greve Geral), Informes e o que ocorrer.

O presidente Carlito Lemos, disse que o momento cobra unidade e que a interrupção das tramitações das reformas malditas no congresso e do mandato do ilegítimo presidente Temer, dependerá do tamanho da resistência nas ruas feitas pelos movimentos sociais, sindicais e a sociedade. E que o dia 30 será mais um momento oportuno para a protagonização dessa luta e que a direção do sindicato tinha acordo com a convocação das Centrais sindicais e defenderia como proposta uma agenda com atividade a priori na cidade.


Falou também que o sindicato já abril uma discussão com a gestão do prefeito Gilson Andrade, para não ocorrer o corte do ponto dos trabalhadores que irão participar dessa atividade paredista. E acerca do não pagamento da 1ª parcela do reajuste fracionado de 9,5 (5,5 + 4,0%), o secretário da administração e planejamento, Lourival de Holanda, comunicou e apresentou os números aos dirigentes que a impossibilidade foi em decorrência da retificação dos dados do último Quadrimestre/ LRF do governo do ex-prefeito Carlos Magno e assim para efeitos legais, tanto a lei das 30 horas quanto dos 5,5 que foram discutidas e aprovadas pela Câmara ainda em 2016, só produziram efeitos a partir de maio deste ano. Pós o 1º quadrimestre da nova gestão fechou em 49%. E que o sindicato conseguiu apesar da nova conjuntura que a administração assumisse o compromisso político de converter o que seria pago a título de retroativo ou no aumento final do reajuste ou do valor do auxílio alimentação, mas que isso seria obviamente objeto de uma nova discussão com os servidores em instância de assembleia.


Em regime de votação, foi aprovado o indicativo da adesão a Greve Geral.


SINDSEME,
MUITAS LUTAS, MUITAS CONQUISTAS!
ASCOM